Caderno Laranja

Texto de Tânia Maria José Aiello-Vaisberg e Fabiana Follador e Ambrosio, extraído do Caderno Ser e Fazer  - O Brincar.

Talvez seja oportuno iniciar a apresentação deste Caderno Ser e Fazer, que traz, além dos trabalhos psicanalíticos, dois trabalhos de pesquisa realizados desde a perspectiva etológica, lembrar a proposta do filósofo Huizinga, que defendeu o uso da expressão Homo Ludens para designar a espécie humana. Visava, deste modo, acentuar a centralidade cultural do fenômeno do brincar, idéia com a qual concordam aqueles que freqüentam habitualmente o texto winnicottiano. De fato, o brincar, considerado não apenas num registro comportamental, pode ser pensado, hoje, como posição existencial, que permite ao indivíduo  sentir-se vivo, real e capaz de ação criativa e transformadora do mundo.

 

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