Caderno Laranja

Texto de Maria Christina Lousada Machado  e Tânia Maria José Aiello-Vaisberg, extraído do Caderno Ser e Fazer  - O Brincar.

As autoras entendem, à luz da psicanálise winnicottiana, que a sexualidade, como qualquer outra área do viver, pode ser vivenciada de modo dissociado ou integrado. Quanto acontece de modo integrado, num contexto que poderíamos chamar de transicional, pode ser experienciada como um brincar criativo, o que naturalmente exige a presentificação de si enquanto singularidade humana capaz de superar a solidão e de se abrir para um momento de encontro inter-humano que envolve o corpo, mas não se restringe a ele. Faz-se necessário na clínica contemporânea um esforço no sentido de recuperar uma compreensão do erotismo enquanto experiência, em contraposição a teorizações metapsicológicas que o afastam da dramática humana.

 

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